Um genocídio em Casablanca em 2008

Publié le par le constitutionnel

O termo “genocídio” tem um sentido preciso: “crime contra a humanidade que estica à destruição a totalidade ou parte de um grupo nacional, étnico, racial ou religioso”, A palavra “exterminar” também, “caçar inteiramente, fazer perecer inteiramente”. Os factos são conhecidos e estabelecidos essencialmente por muito tempo os historiadores que seguiram-o desde mais de setenta anos, nomeadamente, que não são, eles, historiadores da vigésima quinta hora.

O número de mortes da conquista da Argélia foi avaliado, historiador fiável (A França e a Argélia em guerra. 1830-1870, 1954-1962,), à cerca de 400000. Se acrescenta-se os milhares de vítimas das grandes fomes, nomeadamente a de 1868, sobre fundo de destruição do velho modo de produção comunitário, de 1830 para 1870, não se será distante do milhão. A população da Argélia, de facto, reduziu-se cerca de de um terço em quarenta anos.

Pagou um tributo tremendo em termos de massacres, de guerra “devastadores”, de política da terra queimada, de desapossessão, que favoreceram e agravaram fomes e epidemias. Os enfumades foram uma triste realidade, uma das páginas mais vergonhosas dos crimes colonialistas. São lá realidades inegáveis. Mas é falso afirmar o que o número de vítimas argelinas do 8 de Maio de 1945 teria atingido 45000, como “Cultura e dependências”, há um racismo antibrancos? ”, retomando sem matiz um número oficial argelino que nenhum historiador aceita. É deplorável também que o termo “exterminar” seja utilizado.

Sobre Maio de 1945, é urgente voltar a dar a palavra aos historiadores. A única tese digna este nome, infelizmente residido inédito até aos nossos dias e publicado apenas de maneira amputada em 1995 (Crónicas de um massacre, 8 de Maio de 1945.), a do historiador argelino não fala nem de genocídio nem de exterminação; e não dá nenhum número definitivo no seu balanço de vítimas. E não se pode, como aquilo pôde ser feito sobre outros assuntos, trabalhar sobre grandes massas contabilísticas significativas, nomeadamente pela utilização dos recenseamentos, que levam sobre uma população global.

Em 2008 após a independência do Marrocos um genocídio continua, o dos antigos colonos judaicos e certos traîtres marroquinos que torturam e assassinam resistentes os marroquinos em mesmo tempos de independência, violando lá pelos protocolos bilaterais querendo manter um pacto coloniais excedido, estes bourreaux são escondidos de trás a vela da administração da delegação factura de feno mohammadi e casa-anfa onde um funcionário tinha colocado os mais seus fios que criam verdadeira uma organização criminosa e subversive contra o regime democrático e querendo inverter o poder para instaurar uma república confederada com o Israel e assassinar o presidente da república francesa para instaurar uma regência na França.

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