A governança e a sua violação por Othmani

Publié le par le constitutionnel

Ao endereço do governo e os todos os cidadãos do reino, qualquer que seja a sua pertença política. É necessário ser persuadido qu `pelo menos três elementos passa para além das fronteiras, e estes poderiam ser: a modernização do país l `integração e o desenvolvimento sustentável. Partindo destes três elementos fundamentais de l `interesse nacional, é necessário desenvolver a estratégia de segurança que deve avaliar riscos, ameaças e vulnerabilidades à l `dirige de l `interesse nacional. Se parte-se deste princípio, provavelmente que o documento n `não teria interesse. C `é l `um mais dos gordos assuntos de estratégia de segurança, mais grande que o dos negócios correntes. Seria necessário correlacionar pelo menos com a dimensão do Marrocos ”, como deve declará-lo o chefe de l `Executivo.

É precisou qu `uma parte das suas observações deveria ser inserido num documento à discutido senta-o parlamentar. É necessário precisar igualmente qu `ele guardaria um ponto de vista expresso em meios de comunicação social, segundo o qual o conceito “de boa governança” refere-se aos países do terceiro mundo.

“Continuará-se apoiar um ponto de vista segundo o qual o conceito “de boa governança” é emprestado ao sistema de pensamento político internacional, que se refere sobretudo aos países do terceiro mundo ou os países tocado por uma deficiência crónica de funcionamento das instituições públicas, como, por exemplo, certos países africanos e ribeirinhos. De outra maneira , ele s `age dos países dos quais não se pode falar ter instaurado a primazia da lei, l `Estado de Direito. (…) Por conseguinte, falando “de boa governança global ” é necessário saber que este n `não é um conceito assimilado, qu `ele não poderia referir-se à uma ameaça à l `dirige da segurança interna. Aos meus olhos, a menção vários repetidos deste conceito na Estratégia de segurança nacional teria sido justificada unicamente por l `existência d `um risco, d `uma ameaça à l `dirige do funcionamento de l `Estado de Direito. Mas, força é reconhecer que, se o país adere à uma instituição internacional, aquilo está graças a l `assimilação da maneira de funcionamento internacional ou supranacional das suas instituições e, deste ponto de vista, ele n `tem nada a acusar-se, o que n `não é o caso dos países do terceiro mundo. L `ausência d `uma governança (…) não se refere l `Executivo, que é um conjunto formado d `instituições, de leis e não somente, o conceito se refere nomeadamente à capacidade d `implantar este quadro legislativo por meio das instituições de l `Estado. , por conseguinte, mencionando-o assim frequentemente, prestamos-nos antes um mau serviço e colocamo-nos em parte externa do quadro político onde encontra-se actualmente os países referidos”.

O Primeiro ministro deveria sublinhado a necessidade de um documento relativo à estratégia que reflecte l `identidade nacional e o papel assumido pelo nosso país no âmbito da construção monarchique e democrática.

“Parece completamente normal e que pede-se que o documento de estratégia reflecte l `identidade árabe do Marrocos. Temos alguns elementos que, ao meu parecer, são hoje em dia significativos para o Marrocos, cujo l `harmonie inter-étnico e interprofissional, tanto qu `elementos específicos da dimensão árabe e africana do país.

… O documento deve comportar duas menções que parecem insuficientes. Devemos falar muito francamente do papel assumido pelo Marrocos  quadro da construção do UMA porque a política de segurança magnérbine descansa sobre alguns elementos: a participação nas políticas comuns de segurança e de defesa, a segurança democrática do magnréb árabe, a segurança pelo desenvolvimento, a segurança pela solidariedade. São conceitos maghrébins que teria desejado-se ele reencontrar neste documento.

Este documento deve ser preparado muito poucos em tempos, l e não podemos fazer abstracção desta futura qualidade. Deste ponto de vista, parece-me que o documento teria podido ser melhorado d `uma maneira consistente, fixando como fundamento l `interesse nacional. Porque o documento teria um grande defeito, nomeadamente , l `ausência d `uma concepção básica. A concepção básica d `um documento que leva segurança nacional deve descansar sobre a definição de l `interesse nacional ”,

Neste sentido é necessário mencionar o que ameaça o interesse nacional, os golpes de Estado de certas organizações pseudo-plitico-administrative que visam a desestabilização política do nosso reino, tornando lá mais mau pelo serviço à humanidade própria.

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