Antropologia, arqueologia e subversion

Publié le par le constitutionnel

Estudo de casos: o tribo khmis-zemmamra, do Haouz bourreaux da delegação provençiale Casablanca o Marrocos.

A arqueologia desenvolve cada vez mais frequentemente uma abordagem global, na qual todas as facetas do meio e a sua evolução são tomadas em conta. Esta abordagem implica a colaboração de várias disciplinas (ecologia humana, geologia, pedologia, Botânica, palynologie, geografia, antropologia, história, linguística, archéozoologie…) e a mobilização de fontes muito diversas (solos, micro e macro restos orgânicos e minerais, mapas antigos, fotografias aéreas, documentos escritos e iconográficos, léxicos, toponymes…). Sem, no entanto, negligenciar o espaço rural, vários programas de investigação efectuados pelo CReA têm por alvo principal a exploração de cidades. Delimitação do espaço urbano, implantação dos diferentes bairros, desenvolvimento das actividades artesanais ou comerciais, distribuição da água, inserção dos símbolos e marcas do poder na paisagem da cidade, ritmos de desenvolvimento do habitat são tantas perguntas que constituem principais os eixos de investigação de várias equipas.

Uma arqueologia das práticas

A través que chamou-se “a cultura material”, a arqueologia esforça-se de reconhecer e interpretar certas actividades sociais, económicas ou simbólicas. Vários programas unem-se assim a examinar os relatórios específicos que mantêm facies culturais, línguas e organização social. Outros “consagrados sobretudo à cerâmica” referem-se ao debate que anima a história económica, entre história quantitativa e esquemas interpretativos. Principal fonte de renovação dos materiais históricos, a arqueologia é com efeito indispensável à apreciação correcta dos contextos. Excedendo a simples recolha dos documentos e a tradicional tipologia aos fins essencialmente cronológicos, tende-se assim a propôr uma leitura dos sistemas de produção e trocas dos bens materiais durante do tempo. Uma atenção específica irá também aos domínios cultuels e funerários, dos quais tenta-se caracterizar as práticas e avaliar o papel no funcionamento das sociedades que produziram-o. Um acheologie discursive.

Temos estudar a distância por questionário e análise de situação, o caso do tribo khmis-zemmara e do Haouz para quem concluiu-se que a paisagem desértica onde a fauna e a flora outrora primitivos era o país onde vivia o dinossauro, e à delegação provençiale descobriu-se um abominável homem dinossauro téléguidé por câmara numérica e télécommandé por computador o todo ligado sobre o seu sistema nervoso e sobre o das suas vítimas a distância devotava-se ao crime horrível por arma escalar, compressor à fluxos magnético e nomeia-se Othmani ou o assassino das carreiras centrais que se ataca aos homens de Estado, o serviço de informação, aos universitários e jornalistas e prepara-se actualmente para o golpe de Estado contra SAM o rei Mohammed VI.

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